Pensamento

" Não são os grandes planos que dão certos, são os pequenos detalhes" Stephen Kanitz

domingo, 14 de agosto de 2016

França: Com 75% da energia vinda de usinas nucleares, lei para reduzir uso é alterada e terá efeito contrário


Meta de utilização deveria cair dos 75% atuais para 50% em 2025, mas lei joga prazo para "horizontes de 2050" e aumenta teto de produção

sábado, 13 de fevereiro de 2016

             Formas simples de Reciclar

Em um momento quando a necessidade de se buscar mecanismos para que possamos aproveitar o que se descarta em nosso meio ambiente  resultante da produção industrial, como consumo de alimentos e outros, deixa como resultado materiais que podem ser reciclados e beneficiados como um todo, assim otimizando a energia que está disponível. A ideia de sustentabilidade se tornou uma premissa básica, para que façamos da vida em nosso ambiente, a forma mais certa de evitar o descontrole desses resíduos, tornando-os mecanismos de favorecimento a natureza  e ao próprio ser humano que é o maior beneficiado.

Os jovens cientistas com sua visão bem adiante da que tínhamos no passado, tem buscado formas de tornar esses mecanismos algo extremamente importante para sociedade como um todo, temos observado em todos os ramos da tecnologia, uma atitude pró ativa em busca de soluções simples, para que tenhamos um ambiente mais aprazível e correto, esta é uma visão que veremos cada vez mais em nosso meio, já que muitas outras oportunidades foram perdidas por interesses outros que nos cabe sempre refletir e pesquisar.

Formado também em química, tive a oportunidade em uma feira técnica industrial e regional, desenvolver mecanismos de separação do hidrogênio e o oxigênio da água, para reaproveitamento desses gases na utilização de motores a explosão em substituição aos combustíveis mais utilizados, o que me resultou em uma bolsa de estudo na época, e que poderia ser muito benéfico na sociedade atual, isto aconteceu nos anos 70, e hoje vemos a busca e mecanismos simples onde qualquer um pode desenvolver e utilizar desse mecanismo, mas ainda encontra uma resistência muito grande, devido a outros interesses da industria mundial.

Hoje estaremos apresentando para vocês, três estudantes do curso técnico em química, que de uma forma simples vem mostrar um trabalho desenvolvido por elas, buscando na reciclagem a ideia de sustentabilidade, e meios de tornar a vida mais limpa e eficiente.

.Ana Paula de Oliveira Lopes Inácio
.Beatriz Farias Costa de Brito
.Gabriela Lucena




Todas estudantes do Colégio Aplicação Emmanuel Leontsinis Rio de Janeiro, e tiveram    como orientador e coorientador, Solange Barbosa da Silva Costa e Filipe Almeida da Silva.


 
"Obtenção de Insumos Industriais a Partir de Alumínio Reciclado"
 

O trabalho nos mostra uma forma simples para tornar o meio ambiente mais saudável e a sustentabilidade mais eficiente, sabemos o quanto nos é importante esta iniciativa e que será apresentada em uma feira em março de 2016, o vídeo nos mostra os detalhes de uma forma clara e está disponível no youtube, vale a pena vocês conhecerem e apoiarem um projeto importante, como muito s outros que temos visto com jovens como este, vejam o vídeo no endereço abaixo disponibilizado.

https://youtu.be/ViARZCLB3o0

Só para termos a ideia de como anda a reciclagem do alumínio no Brasil.


O Brasil é o país que mais recicla alumínio no mundo. Com recorde histórico de reciclagem de latinhas no ano passado, 98,3% das embalagens de bebidas foram reaproveitadas, ou seja, 248,7 mil toneladas, das 253,1 mil toneladas disponíveis no mercado.
Ao todo, 18,4 bilhões de embalagens foram recicladas em 2011, o que corresponde a 50,4 milhões de lata por dia, ou 2,1 milhões a cada hora. Com esses números, o Brasil se mantém na liderança mundial da área, posição que ocupa desde 2001.
As informações foram divulgadas em outubro de 2012 e são da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). Ainda de acordo com os dados, no ano passado, a coleta de latas de alumínio de bebidas injetou R$ 645 milhões na economia nacional.

Economia energética
A coleta de latas também contribui para a economia energética do país. Por consumir apenas 5% de energia elétrica – quando comparado ao processo de produção de metal primário – a reciclagem das embalagens em 2011 proporcionou uma economia de energia equivalente ao consumo anual de 6,5 milhões de pessoas, ou dois milhões de residências.

Sustentabilidade
O ciclo completo da reciclagem de latas no Brasil passou de 45 dias na década de 90, para 30 dias atualmente. A quantidade coletada no ano passado representa 350 mil metros cúbicos de alumínio prensado, o equivalente a 30 edifícios de 10 andares.

Para cada quilo de alumínio reciclado, evita-se a extração de cinco quilos de bauxita (minério que gera o alumínio, retirado das reservas naturais brasileiras). Além disso, o processo de reciclagem libera apenas 5% das emissões de gás de efeito estufa, quando comparado com a produção de alumínio primário.

Países ou região que mais reciclam
lugarpaís ou
região
reciclagem
em 2000
reciclagem
em 2011
1°.Brasil77,7%98,3%
2°.Japão80,6%92,6%
3°.Argentina50%91,1%
4°.Europa43%66,7%
5°.EUA62,1%65,1%
Por trás do recorde
O recorde de país que mais recicla tem vários fatores determinantes. Um deles é o crescimento da coleta seletiva, que passou de 81 municípios em 1994 para 766 em 2012. Também são responsáveis pelo título a continuidade de programas de educação ambiental e a maior consciência da sociedade sobre a importância de reciclar para garantir a sustentabilidade.

No mundo
Na segunda posição dos países que mais reciclam alumínio no mundo aparece o Japão, com o reaproveitamento de 92,6% das latinhas de bebidas no ano passado. O segundo lugar é ocupado pela Argentina, com taxa de reciclagem de 91,1% no mesmo período.


Fontes: Associação Brasileira do AlumínioRevista Exame e Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclagem
Redação: Fátima Pires

domingo, 27 de dezembro de 2015

AS GRANDES METRÓPOLES O LIXO E A CHUVA.
 SÃO PAULO NÃO ESCAPA!



Poluição, lixo e chuva, ingredientes capazes de transformar o sossego em pesadelo. No decorrer dos tempos, o história nos tem mostrado que somente remodelando alguns procedimentos dos tempos modernos, será possível mudar o quadro de um bolo que associado a estes elementos torna a vida difícil e perigosa.
Com a revolução industrial, agravou-se ainda mais este bolo indigesto para a vida das pessoas, e o que podemos observar é que entre os mais diversos motivos, a educação poderia mudar um pouco essa história. Com os adventos industriais, a facilidade de se obter os principais poluidores que obstruem os caminhos naturais dos rios que se formam com as águas das chuvas, acaba trazendo transtornos de todos os tipos, não esquecendo que junto a estes poluidores, vêm as doenças e diversos vetores que ainda permanecem mesmo depois dos acontecimentos.
Em uma passagem por São Paulo, a maior cidade brasileira, hoje com uma população que gira em torno de 12 milhões de pessoas, em um país como o Brasil que tem uma população girando por volta dos 202 milhões de pessoas, poderíamos dizer que o produto dessa resultante em termos de lixo e dejetos é algo bastante preocupante, não esquecendo que a criação dessas selvas de pedras, com a impermeabilização de seu solo, acaba armazenando uma quantidade de água precipitada da chuva, que se não trabalhada de forma eficiente, se torna um grande problema para a vida das pessoas.
Muito se tem analisado e desenvolvido mundo pelo mundo formas eficazes de lidar com isto, e aproveitar esse manancial de água em proveito próprio é uma grande forma de minimizar outros inconvenientes que deparamos no mundo atual que são as secas e a dificuldade que se encontra com o crescimento da população em uma linha vertical que tende a agravar cada vez mais esse quadro.
Nesta última semana em que estive caminhado por alguns pontos da cidade e visualizando mais uma chuva que chegava São Paulo não estava imune à enxurrada de água que estaria se formando, e poderíamos ver que os problemas que já não são poucos faria a cidade em cada tarde repensar o que melhorar, veja o vídeo abaixo.

video

Entre alguns componentes poluidores, o tempo que se leva para desfazê-los mostra o quanto devemos nos atentar para isto, veja:

. Garrafa de vidro: 400 anos ou mais
. Garrafa de plástico: mais de 100 anos
. Lata de refrigerante: 10 anos
. Chiclete mascado: 5 anos
. Papel: 3 meses
. Frutas: 6 a 12 meses

Quando andamos nas ruas, os lixos se espalham, obstruindo os bueiros, se espalhando pelas calçadas, e por mais de uma semana não consegui ver um gari que se prontificasse a fazer uma varredura e minimizasse esse problema, os únicos que de alguma forma faziam alguma limpeza, eram diante de alguns edifícios onde o pessoal da limpeza recolhia o que estava nas calçadas e os caminhões de lixos que recolhiam os lixos colocados nas cestas de lixos.
São Paulo é uma selva de pedra, assim como as grandes metrópoles, mas podemos observar que a educação do povo ainda está longe de ajudar na prevenção de alguns eventos, e descartam todo lixo onde não se deve colocar, e em contra partida faz com que os entupimentos, inundem suas casas as ruas levando os carros e a cidade a um caos.
Algumas experiências aplicadas em algumas cidades no mundo poderiam ajudar muito a melhorar estes problemas, já que existe de certa forma a impermeabilização pelo asfalto das ruas, e a grande quantidade de concreto existente aquece as cidades e ofusca a visão agradável que muito se busca, mas limpezas mais intensas, e a educação começando nas escolas, aumentando as áreas verdes, intensificando as limpezas das ruas, e alguns mecanismos de retenção das águas de chuvas, seriam possíveis de mudar muito dos problemas que encontramos, entre tantos outros, e de uma forma simples sem muito custo do que já existe.
Vivemos hoje para evitar epidemias, porém uma consciência conjunta entre governo e população, poderia mudar muito esse quadro! Buscar experiências bem sucedidas em outros centro urbanos é de fundamental importância para minimizar todas essas variantes desagradáveis que encontramos atualmente, e assim poderemos ver que mesmo diante da Selva de pedra que nos encontramos, é possível fazê-la  mais bela e agradável.

São Paulo vista por alguns ângulos, e que pode ser melhor ainda, basta que queiramos.



































































Fonte: Marco Antonio Lopes Ferreira
Fotos e Filme: Marlúcia Vieira de S. Ferreira & Marco A.L.Ferreira