Pensamento

" Não são os grandes planos que dão certos, são os pequenos detalhes" Stephen Kanitz

quinta-feira, 3 de março de 2011

HORA DO PLANETA



22/02/2011
Hora do planeta



Hora do Planeta 2011: a festa é sua, a festa é nossa


A Hora do Planeta é uma festa! Uma grande comemoração que reúne mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Juntos com o WWF-Brasil queremos mostrar que o aquecimento global não está com nada e que precisamos de medidas urgentes para manter o nosso planeta.

Para a festa ficar completa chame seus amigos e familiares. Somos nós todos juntos que vamos fazer a diferença. Seja um disseminador da Hora do Planeta e espalhe essa mensagem o máximo que puder.

 No sábado 26 de março, entre 20h30 e 21h30,  você e o mundo inteiro vão apagar as luzes por sessenta minutos em sinal de alerta contra o aquecimento global.

Selecionamos aqui algumas ações simples que você pode fazer para participar ativamente na nossa divulgação e ajudar o WWF-Brasil a mobilizar o maior número de pessoas:

  • - O primeiro passo é se cadastrar em “Quero Participar”. Assim o WWF-Brasil pode computar seu nome como participante e enviar as atualizações da mobilização;

  • - Depois acesse a área “Participe” do site e baixe o material que preparamos para você espalhar a mensagem da Hora do Planeta;

  • - Use as mídias sociais para falar da Hora do Planeta. Entre na comunidade Orkut e divulgue-a. Curta a página do Facebook e compartilhe notícias no seu mural. Espalhe a Hora do Planeta no Twitter. Seus seguidores vão gostar de saber que você faz parte do movimento;

  • - Se você tem um blog, publique notícias sobre a Hora do Planeta e insira um banner do movimento;

  • - Importante: em todas essas ações, coloque sempre o link www.horadoplaneta.org.br;

  • - E não se esqueça: no sábado 26 de março apague as luzes entre 20h30 e 21h30.

Isso é só o começo. Use a sua criatividade em favor do planeta. Crie seu próprio cartaz, escreva uma música, faça um vídeo. A Hora do Planeta é um movimento das pessoas, e fica muito melhor com a participação de todos!


afilie-se


fique por dentro
Ajude a divulgar.
Clique aqui e saiba como.

2011, WWF Brasil - Todos os direitos reservados
  

ReestruturaçãoTributária

Congresso Nacional Brasileiro


                                           Supremo Tribunal Federal



Reestruturação tributária aumenta lucratividade

Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, a redução de custos é uma medida que se torna necessária para as empresas permanecerem e se destacarem no mercado. Mesmo no caso de empresas que atuam de forma diferenciada em suas áreas, a redução dos custos se impõe como um importante aliado para evitar a perda de mercado para concorrentes focados principalmente no custo.
Várias são as medidas possíveis para a redução dos custos globais das empresas, dando-se destaque aqui à redução da carga tributária incidente sobre cada atividade por meio de um planejamento tributário, que tem como objetivo reduzir legalmente o tributo a ser pago por meio da elaboração de uma nova estrutura para a empresa ou para suas atividades. Dentre as inúmeras formas de planejamento tributário existentes, a empresa deve adotar aquela que melhor se encaixa à sua atividade e à sua forma de atuação no mercado.
Outra alternativa é a discussão pela via judicial de tributos ilegais, os quais não são poucos, buscando evitar o seu recolhimento, bem como a devolução das parcelas pagas. Atualmente existem vários tributos já declarados ilegais e inconstitucionais pelo Poder Judiciário, dependendo muitas vezes do simples ingresso em Juízo pela empresa para obtenção de sua restituição ou a autorização de sua compensação com outros tributos devidos.
Em julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, corte máxima do Poder Judiciário, já foi declarado inconstitucional, por exemplo, o alargamento da base de cálculo do PIS/Cofins com a inclusão da tributação sobre as receitas não-operacionais e financeiras. Segundo o entendimento do STF, o PIS/Cofins deve incidir apenas sobre as receitas operacionais. Nesse caso, inclusive, a disposição legal que previa a incidência da tributação sobre as receitas não operacionais e financeiras foi expressamente revogada após inúmeros julgamentos do STF.
É necessário, no entanto, o ingresso na via judicial para obter o ressarcimento de tudo o que foi indevidamente recolhido. Tendo em vista o entendimento solidificado do tribunal – e mesmo a revogação do dispositivo legal –, as chances de se obter a restituição do tributo pago indevidamente beiram os 100%.
Outra matéria que já foi apreciada pelo STF, apesar de ainda não definitivamente julgada, é a exclusão do ICMS da base de cálculo também do PIS/Cofins. Nesse caso, o que se discute é que o ICMS não constitui faturamento da empresa, uma vez que o tributo recolhido por antecipação tributária será posteriormente repassado ao Estado, sendo faturamento do ente estatal e não do empresário. Assim sendo, deve ser abatido o ICMS do faturamento da empresa para, só então, aplicar-se as alíquotas do PIS/Cofins.
Apesar do julgamento relativo a essa matéria não ter sido ainda concluído, vários ministros já votaram no caso, tendo a maioria decidido a favor dos contribuintes. Ao que tudo indica, essa será uma nova vitória dos contribuintes contra uma tributação ilegal da Fazenda Nacional.
Tendo em vista que a sistemática de recolhimento do ISS é similar à do ICMS, os tribunais já vêm adotando o mesmo posicionamento em ações discutindo a inconstitucionalidade da inclusão do ISS na base de cálculo do PIS/Cofins. Várias empresas, inclusive, já obtiveram decisões liminares para excluir do tributo os valores referentes ao ISS, por constituírem receita do município, o que lhes permite uma redução substancial da tributação incidente sobre suas operações.
Várias outras discussões estão sendo travadas nos tribunais brasileiros, sempre com o intuito de impedir abusos do Poder Público na instituição e cobrança de tributos. No caso de êxito nas discussões, a empresa obtém o direito de cessar o recolhimento do tributo declarado indevido, bem como a restituição do que pagou a maior, restituição essa que poderá ocorrer através da compensação, evitando-se com isso a longa espera pelo pagamento por meio de precatórios.
Neste cenário, a reestruturação tributária representa, cada vez mais, um importante aliado das empresas para aumentar sua competitividade, devendo o empresário utilizar de todos os meios possíveis, seja o planejamento tributário, seja a recuperação de créditos por meio de ações judiciais ou pedidos administrativos, com o objetivo de reduzir seus custos e aumentar sua lucratividade e competitividade.
FONTE: CONSULTOR JURÍDICO

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Moeda estrangeira.

Governo autoriza Correios e casas lotéricas a operarem câmbio

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JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA
Atualizado às 17h37.
As casas lotéricas e as agências dos Correios foram autorizadas, nesta quinta-feira, a fazer operações de compra e venda de moeda estrangeira. Esses agentes já operavam com recebimento e transferência de dinheiro para o exterior.
Com a autorização, as lotéricas e Correios poderão comprar e vender moeda estrangeira no limite de US$ 3 mil por operação. É o mesmo limite para transferências.
A autorização para operações de câmbio para esses correspondentes foi concedida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do Banco Central.
A autorização não exige que todas as casas lotéricas e agências dos correios sejam correspondentes cambiais, como denominou o Banco Central. Aquelas que tiverem interesse poderão fazer um contrato com um banco, como se fossem um correspondente bancário.
Na mesma decisão, o governo autorizou as agências de turismo que já operam com compra e venda de moeda estrangeira a operar também com transferências internacionais. Dessa forma, eles poderão ser usados por pessoas que queiram enviar dinheiro ao exterior ou receber.
O chefe da gerência executiva de câmbio do BC, Geraldo Magela, explicou que as medidas foram tomadas para aumentar o número de instituições no Brasil com autorização para operar com moeda estrangeira. A preocupação do governo é que não falte prestadores de serviços nessa área durante a Copa do Mundo de 2014, quando o país deve receber mais visitantes estrangeiros

Educação no Brasil como está? Vem de Shakira um bom exemplo.

Por: Marco Antonio Lopes Ferreira
Gramado 26.02.2011

Em uma das reportagens postada neste Blog, eu comentei sobre a educação e como temos perdido tempo, deixando de levar a sério algo que entendemos ser um dos pilares da estrutura de uma sociedade,  devendo buscar na prática dos bons conceitos, principalmente o da moral, o que foi esquecido neste país que tem tudo para ser uma potência mundial. 
Cultivar ou estabelecer os métodos para que venhamos atingir as programações que são traçadas, deveria ser ação criteriosa neste intento, com a certeza sempre com o pensamento de que nada fuja ao estabelecido, mas as coisas passam e as metas são esquecidas,  voltando tudo a estaca zero.
Muitas pessoas tem o sentimento de que determinados projetos só cabem aos órgãos públicos, é claro, os maiores responsáveis pela efetivação dos nossos sonhos como cidadãos, afinal são eles os maiores arrecadadores de impostos, e estão ali como representante do povo para que este povo tenha como retorno seu crescimento social. Quando analisamos as peripécias que o governo desenvolve no sentido de ter a certeza de que os impostos que vão ser arrecadados, com supercomputadores para a Receita Federal não deixar escapar nada, e mais uma série de mecanismos que se fôssemos enumerá-los uma pagina seria pouco, pensaríamos no melhor do social, porém de um outro lado os desvios e uma série de subterfúgios para beneficiar outros interessados passam a vista grossa, mas não existe uma posição séria com relação a educação que faz parte de toda uma estrutura de um país.
Algumas atividades desenvolvidas e colocado em prática tem colhido bons resultados, citaremos uma pessoa que muitos desconhecem esse trabalhos social,  porque a conhece somente pelas músicas, por suas danças e o sucesso que faz mundo afora, mas que ao receber uma matéria de uma amiga da Espanha que dá o nome para a matéria de " Olé ", passei a admira-la ainda mais, haja visto que isto deveria servir de exemplo para políticos, governantes e daí pra frente,  trata-se de shakira, que em 10 minutos de fala em Oxford Union na Inglaterra,  deu um bom exemplo do que deixamos de fazer, clara em sua fala, sem ler folhas e muito reta nos seus objetivos, estes que se efetivaram desde os seus 18 anos. Vocês poderão ver esse vídeo em anexo, ela fala em inglês, mas tem uma tradução em espanhol, vale a pena ver.
Algumas cidades que citei neste Blog, como Gramado onde mini bibliotecas públicas são colocadas nos pontos de ônibus, tudo no sentido de levar a cultura a população, são pequenos atos que começam a mudar a idéia do impossível no possível, e nos mostra que trabalhar para esse aprimoramento das pessoas, nos dá um lucro muito maior do que se vem buscando com aqueles que na realidade nada farão aos esperançosos do dia a dia.
Abaixo teremos algumas reportagem realizadas nos anos que se passaram e que poderão nos mostrar, por onde anda a nossa educação bem como algumas conseqüências que elas nos trazem, cada uma com o seu pesquisador, apreciem.
Me perdoem se em algum momento eu esqueço que esse Blog busca na advocacia e ambiental seu tema principal, mas, para que tenhamos Leis capazes de nos conduzir e um ambiente capaz de nos acolher é mais do que necessário termos educação.
 




Educação

Longe da excelência

Dados do Ministério da Educação indicam que o Brasil 
avançou em ritmo lento em sala de aula – e a qualidade
do ensino é ainda uma meta distante


Ronaldo França
Monalisa Lins/AE

Cenário de atraso
Os índices brasileiros de repetência se assemelham aos africanos


Um novo conjunto de dados sobre a educação brasileira traz à luz um fato incômodo: na última década, os avanços em sala de aula foram bem mais lentos do que o esperado – e o necessário. Os números, reunidos na versão preliminar de um relatório do Ministério da Educação (MEC), revelam que o Brasil deixou de atingir as metas mais básicas rumo à excelência acadêmica. Elas compõem o Plano Nacional de Educação, documento formulado dez anos atrás, durante o governo Fernando Henrique, que, pela primeira vez, definiu objetivos concretos para a educação pública do país, justamente até 2010. Fica bem claro ali que o Brasil patinou no enfrentamento de questões cruciais, tais como os elevadíssimos índices de repetência, indicador-mor da incompetência da própria escola. A meta para este ano era chegar a 10%, índice ainda alto – mas a repetência estacionou em 13%, como em alguns dos países africanos. Outro dado que ajuda a traduzir a ineficácia do ensino é a evasão escolar. Nesse caso, pasme-se, o Brasil até piorou. De 2006 a 2008, o porcentual de estudantes que abandonaram a sala de aula pulou de 10% para 11% – quando o objetivo era baixar a taxa, nesse mesmo período, para 9%. Alerta a especialista Maria Helena Guimarães: "Essas são questões que os países mais ricos já equacionaram, com eficácia, mais de um século atrás".
Ainda que a tendência geral seja de melhora do ensino, a persistência da má qualidade nas escolas brasileiras faz refletir sobre a necessidade de acelerar o passo. Sabe-se que as deficiências no nível básico repercutem, de forma decisiva, nos indicadores de acesso à universidade – um dado que merece atenção por sinalizar as chances de um país competir globalmente. O Brasil conta hoje com apenas 14% dos jovens em idade considerada ideal (entre 18 e 24 anos) na universidade. É um número mínimo na comparação até com países da América Latina, como o Chile, onde a taxa já está em 21% – e também frustrante diante da meta do presente plano de educação, que previa, a esta altura, pelo menos 30% dos jovens brasileiros no ensino superior. O atraso do país ainda se reflete no medidor do analfabetismo: a taxa é de 10%, quando deveria ter caído para 4%. Ao escancarar esse e outros nós, o atual documento do MEC tem o mérito de traçar um diagnóstico preciso, iluminar as várias lacunas e reforçar a ideia de que, com o acesso já garantido à sala de aula, é premente investir com mais vigor na tão almejada excelência acadêmica.
 

4,1 MI de crianças fora da escola

30/03/2010 - 8:00 - UOL
4,1 MI de crianças fora da escola
Mais de 4,1 milhões de crianças e jovens em idade escolar (de 4 a 17 anos) estão fora das salas de aula. A informação é da secretária da Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Maria do Pilar Lacerda, baseada na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Deste total, 3,5 milhões têm 4 ou 5 anos ou já são adolescentes com 15 a 17 anos. A inclusão destas duas faixas etárias no sistema de ensino passou a ser obrigatória somente a partir do ano passado, com a aprovação da Emenda Constitucional 59 – que também determinou o fim gradual da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Os Estados e municípios têm prazo até 2016 para fazer a inclusão destes potenciais alunos no sistema de ensino.
De acordo com Pilar, outros 680 mil jovens, com 7 a 14 anos, também não frequentam as salas de aula. “Eles são 2% das crianças nessa faixa etária, que o governo faz busca ativa para incluir”, afirma. Esta faixa etária, no entanto, já deveria estar integralmente incluída nos colégios de todo o país.
A secretaria explica que estes 680 mil não matriculados são, em sua maioria, pessoas com deficiências, jovens do campo ou de populações ribeirinhas, com dificuldades de acesso à rede.

Novo levatamento de dados

Pilar afirma que um novo levantamento com os problemas na oferta de vagas em cada rede de ensino deverá ficar pronto até maio. Informações mais precisas são fundamentais porque, de acordo com ela, há muita diferença entre os municípios e Estados.
“A cidade de Pará de Minas tem 100% das crianças matriculadas em escolas de educação infantil, enquanto há estados ricos que não têm 50%”, disse.
A universalização do ensino é um dos temas em debate na Conae (Conferência Nacional de Educação), realizada em Brasília até a próxima quinta-feira (1º). Uma das metas da reunião é tirar as diretrizes para um sistema nacional de educação.


Leia mais: http://tudoglobal.com/blog/capa/38155/41-mi-de-criancas-fora-da-escola.html#ixzz1F6i61rH9




A repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade
A violência se manifesta por meio do abuso da força, da tirania, da opressão. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. Desde a escravidão, primeiro com os índios e depois, e especialmente, a mão de obra africana, a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, tudo isso somado a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuiu enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.
Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.
Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder Judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.
As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.
A violência se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.
Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil.
Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública , Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios" .
A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Parques no Rio Grande do Sul, uma natureza que pulsa ao nosso redor.

Por: Marco Antonio Lopes Ferreira Gramado 21.02.2011



A cantora e compositora Paula Fernandes, mostra neste vídeo, o que esquecemos em certos momentos de apreciar ao nosso redor, antes da reportagem abaixo, aprecie esse vídeo e viaje por essas matas.

Parque da Ferradura Canela RS

Com uma natureza exuberante, o Rio Grande do Sul e mais especificamente as serras, se classificam dentro do estado como pontos, onde diversos parques possibilitam aos visitantes desfrutarem de uma paisagem onde o encontro do céu, rios e florestas, traz ao corpo e a mente uma viagem a indescritiva.
O contato com a natureza, tem sido nas últimas décadas, uma busca constante das pessoas, principalmente daqueles que vivem nas grandes cidades, e nos finais de semanas buscam um visual natural diferente daquele que foi toda sua semana, longe dos barulhos dos carros, da selva de pedra, da poluição e tudo mais que os grandes centros proporcionam aos seus habitantes. 
As serras, os parques e a natureza, nunca foram tão cobiçadas como tem sido. É certo, que muito ainda precisa ser feito no sentido de se ter parques com uma infra estrutura capaz de dar aos seus visitantes um conforto mínimo e adequado, para que se desfrute de tudo que  o parque possa apresentar.
O IBAMA, órgão que normalmente faz o papel de xerife do meio ambiente, conseqüentemente das matas, parques, bem como das áreas de proteção ambiental, talvez ainda careça de uma estrutura capaz de observar esses empreendimentos turísticos, no sentido de proporcionar ao público o que lhe é oferecido. Não podemos esquecer que dentro deste contexto, o público paga para adentrar aos parques e poder conviver algumas horas com toda essa natureza.

 Vista dos Paredões

Ao darmos um giro por alguns desses parques, podemos observar que muito ainda  temos que fazer para que tenhamos uma estrutura  necessária e de boa condição. É claro que ainda nos encontramos distantes do que conhecemos em outros países, mas a única coisa que não nos decepciona é a natureza em sua exuberante mutação natural.
Estivemos no parque da Ferradura situado na serra gaúcha, mais especificamente no município de Canela RS, onde possui diversos parques ecológicos para uma boa visitação. Com certeza, muito se precise melhorar em estrutura. Algumas boas outras ainda não. Vale a pena conferir essas obras da natureza. São cascatas, rios, relva exuberante, animais, uma biodiversidade, que fascina nossos olhos e infla nossos pulmões. Paredões moldados pela natureza no decorrer de séculos, capazes de nos fazer viajar pelas linhas do tempo, na admiração de sua confecção.

 No meio das folhas que parecem taioba, o pinheiro renasce no tronco do que sucumbiu.
Xaxim, flores, e pequenas criaturas são parte desse espetáculo...

Muita das vezes, ouvimos falar dessas matas, seus produtos naturais, sua biodiversidade, mas não atentamos para todo este emaranhado de valores que desacreditamos, quando são esquecidos por aqueles que deveriam preservá-los. Mas nunca é tarde para que conheçamos essas maravilhas, e elas podem estar mais perto de você mais do que você imagina, é uma revolução verde que vai estar sempre crescente na nossa vida, pois mais que não queiramos entender tudo isso. Hoje buscamos retornar ao seio de onde nos primórdios foi nossa grande gestora, e que esquecida por longo tempo, estamos agora voltando a apreciá-la de uma forma que em séculos não foi feito. Os efeitos de tudo isso temos sentido em nossa pele: catástrofes, nevadas, chuvas, calor intenso, secas e a escassez do que é essencial ao ser humano, tem continuamente chamado nossa atenção. Com isto devemos pensar e analisar o ditado que diz: "Antes tarde do que nunca", mudar nossa consciência diante do que a natureza nos oferece, hoje é nossa obrigação.
Abaixo vocês poderão observar algumas dessas maravilhas.

 Araucárias
A pinha é o fruto da araucária. Chegando a pesar até 4,7 kg, ela tem de 10 a 25 cm de diâmetro e é formada por até 150 pinhões. Sua formação demora - entre floração, polinização, crescimento e amadurecimento do pinhão - até 3 anos. Delicioso assado ou cozido.

 Paredões do parque da Ferradura, muito bonitos

Uma bela composição do vale ao fundo, revela uma relva exuberante, entre montanhas, rio e paredões...


 Rio Caí que corta a montanha dando o nome ao parque com a forma de uma ferradura...
Placas indicativas...

É possível chegar até o leito do rio em uma caminhada de 55 minutos de descida através de trilhas, mas proibido depois das 16 h, com certeza não nos arriscamos ...

 Por aqui começa a trilha da descida...
 Parte alta do parque...

 Uma vista de cima...
 Uma cachoeira que desemboca no rio Caí...

Após o passeio pelo parque da Ferradura, resolvemos conhecer o Parque da Sequóias também em Canela, embora com belos exemplares de sequóias e outros tipos de árvores, é necessário que se faça um bom trabalho de melhoria neste parque, tendo em vista o tornado que atingiu Gramado e principalmente Canela no ano passado. Fez muitos estragos neste parque com a quebra de diversas árvores, e que até hoje não foram totalmente retiradas, embora tenhamos visto placas com referência a esse tornado. Além do replantio,  e estavam sendo feita a retirada dessas árvores que caíram. Foi possível observar a falta de cuidado com o parque, trilhas que precisam ser refeitas e limpas, muito lixo urbano, jogado em uma área onde estão sendo retirado esses troncos, próximo a entrada. Mesmo com a cobrança de R$5,00 por pessoa, e um folheto entregue, você depende da orientação desses folhetos e a marcação nas árvores para conhecê-las. Pena que é muito lento este revigoramento do parque pelas autoridades, principalmente por se tratar de uma área turística, mas existem belos exemplares de sequóias e outras árvores interessantes.

Aqui começa a trilha...

Erva-Mate. De 10 a 15 metros de altura. Suas folhas se produz o famoso "chimarrão" (chá mate) consumido no sul do Brasil e sul da América Latina.

 Sequóias. Originárias da Serra Nevada, Califórnia - USA.
Atinge a altura de 110 metros e o diâmetro de 15 metros. Considerada a árvore mais volumosa sobre a terra.
Encontram-se exemplares com 3500 anos de idade. Vive em altitudes que variam de 1400 a 2400 metros acima do nível do mar.

Provável razão de não resistir dentro deste parque em Canela por mais de 20 anos, pois estamos apenas 870 metros de altitude, faltando portanto um inverno mais definido e prolongado.





 Ciprestes, provavelmente sejam as coníferas mais difundidas no planeta.



As possibilidades de você encontrar no seu caminho, um parque para que possa desfrutar dessa natureza exuberante, são muitas, basta que se busque pelas redondezas, que muitos deles estarão te esperando. Sem a consciência que devemos difundir, e a participação dos órgãos oficiais, ainda levaremos algum tempo para conhecermos a preciosidade que temos nas mãos, e que não só embelezam nossas serras e nossa paisagem, como servem de fonte de turismo e conservação das nossas belezas naturais. Conheçam, vale a pena mesmo que haja precariedade nas suas estruturas. Bom passeio!!!