Pensamento

" Não são os grandes planos que dão certos, são os pequenos detalhes" Stephen Kanitz

domingo, 17 de abril de 2011

Balneário Camboriú, entre a serra e o mar, entre o dia e a noite.



HISTÓRICO DO MUNICÍPIO
Nossa história não poderia ser diferente de todo o litoral brasileiro, povoado por índios que aqui encontraram lugar ideal para moradia, já que no local da praia de Laranjeiras a pesca era farta, clima agradável e, no rio, a água doce.
Existem relatos referentes à colonização desde 1758, com algumas famílias que já moravam na margem esquerda do rio. Mas, somente em 1826, o colono Baltazar Pinto Corrêa recebeu do Governo da Província de Santa Catarina uma área de terra para cultivo e moradia, na localidade que hoje se chama Bairro dos Pioneiros.

Por volta de 1840, foi autorizada pela Arquidiocese de Florianópolis a construção de uma Igreja (Tombada como Patrimônio Histórico Municipal) e, assim, criou-se o Arraial do Bom Sucesso. Paralelamente, o Governo elevou o local a Distrito do Arraial do Bom Sucesso, na localidade da Barra do Rio Camboriú e, em 1884, criou-se o Município de Camboriú.
A forte economia cafeeira encontrou em Camboriú o lugar ideal. Por muito tempo, o município foi o principal produtor de café do Estado.

A exploração das jazidas de mármore, granito e calcário também se destacaram na atividade econômica. Foi assim que a sede do município transferiu-se para o Arraial dos Garcias e a antiga sede na barra como Distrito de Paz. A agricultura era valorizada e a faixa litorânea desprezada.
No final da década de 1920, tem início ao processo de desenvolvimento. Em 1926, começam a surgir as primeiras casas de veraneio, no centro da praia, pertencentes a moradores de Blumenau.

Surge, em 1928, o primeiro hotel e, seis anos após, o segundo empreendimento hoteleiro.
Os alemães do Vale de Itajaí trouxeram para a cidade o hábito de ir à praia como lazer pois, até então, o banho de mars só era conhecido como tratamento medicinal ou pesca (os colonos achavam que "mandar alguém para a praia" era uma ofensa). Durante a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), os alemães mantiveram-se afastados de nossa praia para não serem hostilizados, já o que exército brasileiro usou os hotéis e as moradias da praia como observatórios da costa brasileira. Com o fim do conflito, reiniciou-se o fluxo turístico.

Mas, foi na década de 60 que a atividade turística tomou impulso, colocando a cidade como grande centroturístico brasileiro. Em 1959, foi elevada a Distrito e, em 1964, foi criado o município de Balneário Camboriú.

NOME: de origem indígena-tupi, há várias citações como: Camboriasu em 1779, Cambarigua-ssu em 1797, Camborigu-assu em 1816, até chegar a uma referência de Henrique Boiteux como Camborihu, que significa: Rio de muito robalo ou criadouro de robalo, peixe muito comum nesta região.

Outros dados da cidade
Introdução:
Os índios tupy-guaranis foram os primeiros a desfrutarem desta terra farta de beleza. Alguns registros existentes nos livros de 1790, da Paróquia de São Francisco do Sul, mostram óbitos de moradores de Camboriú, porém essas informações não foram confirmadas.
O relato histórico conta que em 1826, o português Baltazar Pinto Corrêa, havia recebido do governo da Província de Santa Catarina essa área para povoar. Havia vindo da colônia de Porto Belo, em busca de terras férteis.
Ele e a família fixaram residência na margem esquerda do Rio, atualmente conhecido como Bairro da Barra, que ainda nos dias de hoje conserva tradições açorianas.
Em 1849, a vila se eleva à categoria de Freguesia, pela construção da Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, feita em argamassa de pedras brutas e óleo de baleia por mãos escravas. O templo fica conhecido como Igreja de Santo Amaro, por receber a imagem de seu padroeiro, Santo Amaro. Sua construção foi finalizada em 1863. O vilarejo, ao mesmo tempo que foi o início das cidades de Camboriú e Balneário Camboriú, pertenceu à Itajaí, e a estes dois municípios, antes de se tornar um bairro esquecido, a partir de pressões políticas que transformaram Camboriú - na época Vila dos Garcia, em 1884 - na nova sede do povoado.
A forte economia cafeeira encontrou em Camboriú o lugar ideal. Por muito tempo, o município foi o principal produtor de café do Estado. A exploração das jazidas de mármore, granito e calcário também se destacavam na atividade econômica. A antiga sede de colonização foi rebaixada a primeiro Distrito de Paz, com o nome de Barra. A agricultura era valorizada e a faixa litorânea desprezada.
No final da década de 1920, tem início o processo de desenvolvimento. Em 1926, começa a surgir as primeiras casas de veraneio no Centro da Praia, pertencentes a moradores de Blumenau. Surge, em 1928, o primeiro hotel e, seis anos após, o segundo empreendimento hoteleiro. Os alemães do Vale do Itajaí trouxeram para a cidade o hábito de ir a praia, pois até então, para os nativos, mandar alguém ir a praia era uma ofensa.
Durante a 1a Guerra Mundial (1939-1945), os alemães desapareceram da orla marítima. Os hotéis e residências serviram de Ouartel General e após foram saqueados e depredados. Com o fim do conflito mundial, reiniciou o fluxo turístico. Mas, foi na década de 60 que a atividade tomou impulso, colocando a cidade como grande centro de turismo brasileiro. Em 1959, foi elevada a categoria de distrito e, em 1964, foi criado o município de Balneário Camboriú.
NOMEPara o significado do nome Camboriú existem várias versões. A popular diz que o nome teria surgido baseado num português, que falava em morar onde "Camba o Rio", ou, onde o Rio muda de rumo. Porém, como esse nome já existia antes do povoamento na região, há outra de que Camboriú é uma palavra de origem tupi formada pela aglutinação de uma palavra "Cambori" e do sufixo "u". "Cambori" significa robalo, um peixe bastante conhecido na região. O sufixo "u", neste caso, seria criadouro, comedouro, habitat. Então, se considerada esta hipótese, Camboriú significa "onde há robalos" ou "criadouro de robalos".

A HISTÓRIA DA IMPRENSA
No final da primeira década do século, mais precisamente em 1917, o principal chefe político da época, o Coronel da Guarda Nacional Benjamim de Souza Vieira, publica o primeiro jornal da história de Camboriú: " O INTRANSIGENTE"- órgão do Partido Republicano.
IDIOMA
Em Balneário Camboriú predomina o português, sobretudo a linguagem açórico-madeirense-luso-vicentista, que é a linguagem comum do Brasil. Existem fortes resquícios do tupinismo e da linguagem guaranítica, na sua toponomística. Também herdamos africanismos, apesar que no sul do Brasil a escravidão negra foi um pouco mais rejeitada que no resto do País.
Com a visita constante de turistas vindos principalmente da Argentina, Uruguai e Paraguai, durante praticamente o ano todo, tem por óbvio se apresentar por aqui o "Portunhol" , que é justamente a mistura do português e espanhol.









OS DIAS ATUAIS

Balneário Camboriú teve sua emancipação político-administrativa reconhecida no dia 20 de julho de 1964. Conta hoje com uma população fixa em torno de 130 mil habitantes, e é considerado o principal balneário do Sul do Brasil, a "Capital Catarinense do Turismo", tendo no turismo sua principal fonte de renda. Durante o verão, sua população sobe para mais de um milhão de pessoas, sobretudo nos meses de janeiro e fevereiro. O mês de menor movimento, tradicionalmente, é o de junho.
Situada dois metros acima do nível do mar, possui uma área de 46,4 Km2, limitando-se com os municípios de Itajaí (norte), Camboriú (oeste), Itapema (sul) e ao leste com o Oceano Atlântico, cujas águas calmas, esverdeadas, mornas e límpidas banham a belíssima Praia Central numa extensão de 6 mil e 700 metros. Além disso, Balneário Camboriú é privilegiada ao sul com as praias de Laranjeiras, Taquaras, Taquarinhas, Pinho (centro de naturismo), Estaleiro e Estaleirinho. O acesso a essas praias é possível através da estrada da Costa Brava, um dos mais belos cartões postais do Estado e pela Interpraias, estrada que liga as praias do sul de Balneário Camboriú. Já ao norte, o município tem praias de beleza ímpar. Pequenas mas românticas: a Praia do Canto (do Coco) e do Buraco (que sedia um dos hotéis da cidade).
Balneário Camboriú tem hoje uma completa infraestrutura para receber os turistas, o que a transforma no quinto centro turístico nacional e na cidade brasileira que, proporcionalmente, mais turistas recebe durante o ano. Atualmente, há na cidade mais de 6.000 estabelecimentos comerciais entre bares, restaurantes, boates, danceterias e lojas, que oferecem aos turistas as mais variadas opções de divertimento e compras.
A juventude marca grande presença, pois além de ser ponto de encontro nas férias, Balneário Camboriú considerada jovem. Mais da metade dos moradores tem abaixo de 30 anos. Também é jovem porque foi fundada em 20 de julho de 1964, mas ao mesmo tempo guarda histórias do século 19, com a colonização portuguesa fixando povoado às margens direitas do rio Camboriú, no Arraial do Bom Sucesso, atual bairro da Barra, em torno de 1820.

Mapa de localização da cidade
                                                              Vista noturna da cidade


                                                            Praia das Laranjeiras

Uma cidade cuja vocação é um crescimento imobiliário intenso, uma infraestrutura turística e rede de hotéis que invejariam grandes capitais brasileira. Com um amplo comércio, uma gastronomia encontrada em poucos lugares no Brasil, é possível apreciar uma cadeia de restaurantes para todos os gostos. Nas últimas estatísticas, foi tida como o m2 mais caro do Brasil, onde está acima dos R$5.000,00, mas é uma cidade onde o turismo pulsa de uma forma intensa, as boates são de primeira linha, basta saber que aqui encontra-se boates  que estão entre as treis melhores do mundo, e neste pequeno território o crescimento imobiliário é vertical, talvez pela falta de espaço, o planejamento imobiliário já está arquitetando a construção do maior prédio da América do Sul com 159m, ultrapassando o maior prédio que hoje encontra-se no Chile com 156m, não esquecendo que as construções são de luxo, onde é possível adquiri um apartamento na avenida de frente para o mar, com valores próximos aos 8 milhões de reais. Como falamos uma cidade que cultiva tudo que um turísta gostaria de apreciar, seja de dia ou à noite o gosto variável possibilita estas espectativas. Abaixo alguns dados disponibilizados pelo Portal da Prefeitura de Balneário Camboriú. 







LOCALIZACAO: Litoral Norte de Santa Catarina - Micro Região da foz do Rio Itajai
POPULAÇÃO:  108.107 habitantes - IBGE 2010.
CLIMA:
Temperado
Setembro a abril - maior predominâcia solar
Dezembro a marco - maxima 40ºC e media de 25ºC
Junho a agosto - maior incidência de chuvas (900 mm) - inverno mais ameno.
DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 1.400 Hab/Km2
ALTITUDE: Situa-se 2 m acima do nível do mar
AREA: 46 Km2 - IBGE 2007
VEGETAÇÃO: Predomina a Mata Atlântica e vegetação rasteira
HIDROGRAFIA:
Não possui grandes recursos hídricos; é banhada a leste pelo Oceano Atlântico; Cortada de leste a oeste pelo Rio Camboriú, com nascente no município de Camboriú, possui 40 Km de extensão.
RELEVO: Superfícies planas e onduladas com formação do complexo do modelo litorâneo. É caracterizada por morros em suas divisas, pontos extremos de norte e sul da cidade.
COLONIZAÇÃO: Açoriana
DATA DE FUNDAÇÃO: 20 de Julho de 1964
Conhecida como a Capital Catarinense do Turismo, Balneário Camboriú localiza-se no Litoral Norte de Santa Catarina. Além de suas praias paradisíacas e atrativos turísticos modernos e inovadores, a cidade possui comércio forte e atuante todos os dias do ano. É incontestavelmente um dos principais destinos turísticos do sul do Brasil e do Mercosul. Por toda a orla, há bares e restaurantes com música ao vivo, que oferecem culinária irresistível em ambientes agradáveis.Tudo isso, é claro, com total segurança, bem-estar e atendimento qualificado, características marcantes de nossa cidade.

Lixo urbano no Sul Fluminense.

Região analisa problema do lixo urbano


Sul Fluminense
A preocupação com a preservação do meio ambiente e adoção de políticas públicas que visem o desenvolvimento sustentável tem sido motivo de discussão entre diferentes instâncias da sociedade. Neste aspecto, a crescente produção de lixo é um problema atual e requer a implementação de iniciativas que garantam a destinação adequada deste material.
De acordo com os números da Secretaria de Serviços Públicos de Volta Redonda, são recolhidos todos os dias cerca de 180 toneladas de lixo, representando 5,4 mil toneladas de material descartado por mês e um total de 65,7 mil toneladas anuais. Com isso, cada voltarredondense produz, em média, 252 quilos de lixo a cada ano. Em Barra Mansa a população produz mensalmente 2.500 toneladas de resíduos, o que representa uma média diária de 83,3 toneladas.
Segundo o engenheiro Sérgio Antônio da Silva, responsável pela Coleta Seletiva em Barra Mansa, o habitante de uma cidade de médio porte produz cotidianamente de 500 gramas a um quilo de lixo, número que tende a quase dobrar nas capitais.
A Cooperativa Popular dos Agentes do Meio Ambiente de Volta Redonda - conhecida como Reciclar - recebe mensalmente 100 toneladas de lixo recolhido na cidade. Desse total, 65 toneladas são passíveis de serem aproveitadas no processo de reciclagem. A quantidade restante que chega à cooperativa não pode ser reutilizada, pois é composta por resíduos orgânicos que foram equivocadamente colocados para a coleta seletiva. Ele ressaltou que o descarte de vidros e lâmpadas requer um cuidado especial, a fim de evitar possíveis acidentes de trabalho ao manuseá-los.
Segundo o presidente da Reciclar, Gilson Juarez Correia, o número de pessoas que desenvolveram o hábito de separar o lixo orgânico - como restos de comida - do reciclável tem aumentado; porém, ele ressalta a necessidade de que todos se envolvam nesta empreitada.
"No início do projeto, há dois anos, o aproveitamento correspondia a apenas 35% do total de toneladas produzidas. Hoje, temos um percentual de 65% e cada vez mais pessoas que se dispõem a participar. O nosso apelo é para que a população tenha em mente a necessidade de se envolver com esta causa", afirmou.
Em Barra Mansa, segundo Sérgio Antônio da Silva, responsável pela coleta seletiva na cidade, 15% das 2,5 mil toneladas de lixo são recicladas. Ele afirmou que o município tem trabalhado no sentido de viabilizar o procedimento em 35% deste total.

Prática equivocada
Um produto de uso comum que também requer a atenção no momento de descarte é o óleo de cozinha: geralmente as pessoas eliminam este produto utilizando a rede de esgoto como depositário.
Segundo informações da Ecoóleo (Associação de Coletores de Resíduos Líquidos e Sólidos), cada litro de óleo jogado no esgoto ou na rede de águas pluviais tem capacidade de poluir cerca de um milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa no decorrer de 14 anos.
De acordo com a associação, são recolhidos anualmente em Volta Redonda 25 mil litros de óleo; deste total, cerca de 8 mil litros correspondam a resíduos, que representam material mais agressivo ao meio ambiente e precisam ser tratados e recuperados para depois receberem destinação adequada. No caso de Volta Redonda, este material é encaminhado para ser utilizado como adubo orgânico. O óleo propriamente dito, livre de resíduos, é transformado em biodiesel.
A única pesquisa realizada pela ONG em 2007 - com o objetivo de reconhecer a característica do consumo do produto na cidade - revelou que, na época, estava em circulação 300 mil litros de óleo para o consumo. Sebastião Silva lembra que, apesar de não terem sido efetuadas pesquisas recentemente, pode-se garantir que este número, atualmente, é ainda maior.
"A população está crescendo, e como consequêcia temos o aumento do consumo e da produção de óleo, que é extremamente danosa para o meio ambiente caso não receba tratamento adequado", disse.
A ONG realiza o recolhimento do óleo em instituições de ensino, empresas e estabelecimentos comerciais da cidade. Hoje, o projeto conta com 180 escolas e 500 estabelecimentos comerciais voluntários. Além do cumprimento do papel social, quem doa também recebe um incentivo a mais: a cada 50 litros de óleo recolhido o voluntário recebe 10 litros de cloro e escolhe uma instituição de ensino que receberá a quantia em dinheiro relativa à quantidade de óleo arrecadada.
De acordo com o presidente da ONG, o recolhimento de 25 mil litros anuais é um resultado satisfatório. Porém, segundo ele, o ideal é que a cidade conseguisse atingir o patamar de 50 mil litros de óleo coletados.
"A persistência é uma qualidade necessária para este tipo de ação. Juntar um litro de óleo em uma residência é algo demorado, mas não se deve desistir, nem é necessário esperar ter uma grande quantidade para que o material seja recolhido", destacou.


Pioneiro na região, aterro de Piraí já atende a Pinheiral e Rio Claro
Piraí
A cidade de Piraí é a única da região, segundo o Inea (Instituto Estadual do Ambiente), que tem o licenciamento ambiental regularizado para funcionamento. O processo de construção do aterro sanitário do município foi encabeçado na gestão do ex-prefeito Luiz Fernando Pezão (PMDB), hoje vice- governador do estado e, na ocasião, o município foi pioneiro no Sul Fluminense em implantar um sistema ecologicamente correto para o recolhimento de resíduos sólidos.
Passados mais de dez anos desde que Piraí conseguiu o licenciamento ambiental do Inea, a cidade continua sendo a única da região a dar um destino correto ao lixo não reciclável, e hoje já consegue atender a outros municípios, a exemplo de Pinheiral e Rio Claro.
- Conseguimos o licenciamento em 2000 e já tivemos a licença renovada, nos permitindo também receber os resíduos de Pinheiral e Rio Claro. Hoje fazemos o tratamento o chorume de 22 toneladas de lixo de Piraí, mais 13 toneladas de Pinheiral e sete toneladas de Rio Claro. Este montante é recebido diariamente - contou a secretária de Turismo e Meio Ambiente de Piraí, Sheila Villela.
Conforme esclareceu o Inea, o processo de licenciamento de um aterro sanitário prevê uma série de condicionantes para a adequada disposição dos resíduos de forma a atender a legislação ambiental, inclusive a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Por atender a todas as exigências ambientais, o município teve aprovada a renovação para funcionamento do local.
- O aterro sanitário é o destino final do lixo. Ele tem o terreno é preparado e a terra impermeabilizada para fazer com que o chorume não contamine os lençóis freáticos. O aterro de Piraí está a mais de dois metros acima da camada de solo original, para que se evite a infiltração do chorume a ponto de contaminar algum lençol da região - contou.
Sheilla lembra que também existe no aterro sanitário uma canalização do chorume, que é direcionado em valetas com formato de "espinha de peixe" até um ponto onde é tratado biologicamente.
- Tratamos o chorume biologicamente através de um filtro (Wetland) que é a utilização de plantas aquáticas. Desenvolvemos este projeto em parceria com a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) que ainda faz as análises gratuitas periodicamente - lembrou.
Embora o aterro sanitário de Piraí atenda também aos municípios de Pinheiral e Rio Claro, o licenciamento do aterro não saiu para um consórcio; somente Piraí tem a licença para funcionar.
- Não é um processo fácil o de licenciamento, mas também não impossível. Tivemos a sorte de um governante entender a importância de se investir em aterro sanitário como forma de manutenção da saúde, e o processo veio se desenrolando desde então com os outros governantes também sensíveis à causa - afirmou.

Região espera aprovação para aterros de quatro consórcios
Embora a cidade de Piraí seja a única da região com licenciamento ambiental para funcionar, os demais municípios têm os ditos vazadouros, conhecidos como lixões. Os vazadouros são considerados meios inapropriados de disposição de resíduos e são vistoriados periodicamente pelos técnicos do Inea, principalmente para verificar a disposição de resíduos a céu aberto, contaminação de lençóis freáticos e disseminação de vetores de doenças.
No entanto, várias cidades têm processos abertos para composição de consórcio a fim de formarem aterros coletivos. Pelo menos quatro consórcios já firmaram protocolo de intenções, de acordo com a assessoria de comunicação do Inea. Fazem parte dos consórcios de intenção, ao todo, 14 municípios - alguns compondo, inclusive, mais de um consórcio.
Os consórcios protocolados são o Sul Fluminense 1 (formado pelas cidades de Volta Redonda, Barra do Piraí (parte), Pinheiral e Rio Claro), Sul Fluminense 2 (Resende, Itaitiaia, Porto Real e Quatis), Vale do Café (Valença, Barra do Piraí (Centro/Ipiabas), Vassouras e Rio das Flores) e, por fim, o consórcio Costa Verde (que engloba Angra dos Reis, Mangaratiba, Resende e Rio Claro).

Fonte: Diário do Vale

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Gramado atividades o ano inteiro.

O trabalho realizado pela prefeitura de Gramado vem colhendo bons frutos, uma cidade que busca nas belezas naturais e no seu povo, sua vocação turística. A serra gaúcha tem na sua exuberância a natureza como seu principal alvo, torna-se importante acentuar em Gramado suas qualidades que fazem do turismo seu principal evento, mesmo tendo muitas empresas importantes nos diversos ramos que possibilitam a sustentabilidade do município. Gramado já solidificou suas bases com eventos, tal qual Festival de Cinema, Natal Luz, chocofest conhecidos nacionalmente e internacionalmente, além disso podemos destacar, Festa do Colono, atividades turísticas, parques, e uma série de outras atrações que vem sendo desenvolvidas no município, onde o turista pode coadunar o passeio, a ausência da correria do dia a dia, com uma boa gastronomia, lindos visuais, passeios e eventos que remontam qualidades iguais as encontradas em países que já cultivam esta característica.


Desfile da festa dos Colonos








Uma homenagem ao Natal Luz



Chocolate uma festa de muitas goloseimas.


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Indenização!

Programa Pânico na TV deve pagar R$ 100 mil por jogar baratas em mulher
12/04/2011 - 08:00 | Fonte: STJ
O grupo TV Ômega (Rede TV!)deve pagar R$100 mil em indenização por “brincadeira” feita para apresentação de um quadro do programa “Pânico na TV”. A condenação teve por base filmagens no qual um dos humoristas jogou baratas vivas sobre uma mulher que passava na rua. A Quarta Turma entendeu que a suposta brincadeira foi um ato de ignorância e despreparo. O valor repara não só os danos morais, como a veiculação de imagens feita sem autorização.
A condenação havia sido fixada em 500 salários mínimos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Mas, segundo o relator da matéria na Quarta Turma, ministro Aldir Passarinho Junior, a quantia era elevada. Esse valor é o que STJ geralmente arbitra para casos mais graves, como morte ou lesão física considerável, como perda de um membro em acidente de trabalho. O ministro ressaltou entretanto, que o ato merece reprovação, quer pelo dano psíquico sofrido pela parte quanto pela ridicularização imposta à transeunte.
O relator citou trechos da decisão proferida pelo desembargador do TJSP, Caetano Lagrasta, que assinalou que a liberdade de imprensa não pode ser confundida com despreparo e ignorância, nem com agressividade e desrespeito, não só com quem assiste ao programa, mas com o cidadão comum. Ele reiterou que emissoras costumam apresentar vídeos dessa natureza, em total desrespeito com aos direitos humanos. Protegidos pelo poder da divulgação e pressão do veículo, fazem com que os telespectadores façam parte de um espetáculo de palhaçadas.
A vítima da agressão sustentou que a “brincadeira” repercutiu em sua personalidade de maneira além do mero transtorno, como verdadeiro desgosto. Ela alegou que ficou impedida de trabalhar durante o período sob o impacto do terror repentino. “Brincadeiras não se confundem com as das características analisadas, causadoras de dano moral em elevado grau, onde incluído o dano à imagem e à privacidade”, afirmou o magistrado. O constrangimento não se desfaz, para o ministro, com a utilização de mosaicos na imagem veiculada, posto que a vítima sofreu abalo quando da realização da brincadeira.

Processo Resp 1095385

Combustível errado




Juiz condena posto de combustível a pagar indenização de R$ 20,1 mil para cliente
11/04/2011 - 17:10 | Fonte: TJCE
O juiz Antônio Alves de Araújo, titular da 24ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, condenou a empresa CE 01 Comercial de Combustíveis Ltda. a pagar R$ 20.139,00 para o cliente A.J.F.C., que teve o carro danificado em virtude de abastecimento indevido. Desse valor, R$ 6.713,00 são referentes aos danos materiais e R$ 13.426,00 como reparação moral.
De acordo com o processo (nº 40762-04.2009.8.06.0001/0), em janeiro de 2009, A.J.F.C. foi ao referido posto abastecer o veículo com óleo diesel. Após sair do estabelecimento e dirigir por oito quilômetros, o automóvel começou a apresentar problemas e foi necessário solicitar reboque.
O cliente foi a uma oficina especializada e constatou que a camioneta havia sido erroneamente abastecida com gasolina, o que causou danos ao sistema automotor. O prejuízo foi de R$ 6.663,00.
Ele foi ao posto, onde o gerente informou que a empresa tinha interesse em solucionar o erro, mas, ao saber o valor dos reparos, afirmou que só podia efetuar o pagamento de R$ 1 mil, o que não foi aceito.
Inconformado, tentou por várias vezes entrar em contato com os responsáveis pelo estabelecimento, mas não obteve sucesso e resolveu entrar na Justiça, requerendo a quantia de R$ 20 mil por danos morais e de R$ 6.713,00 por danos materiais (referentes ao conserto do veículo e ao valor pago pelo combustível).
A CE 01 Comercial de Combustíveis alegou que a nota fiscal apresentada pela vítima prova que o veículo foi abastecido com diesel e não com gasolina. Defendeu também que, se houve erro, ocorreu em outro local.
Ao julgar a ação, o juiz considerou que, apesar do que mostra o cupom fiscal, “não foi o que ocorreu de fato, ficando demonstrado através do laudo elaborado por empresa especializada. Assim, entendo que a indenização é devida, porém deve ser reduzido o valor pleiteado”.

domingo, 10 de abril de 2011

Brasil no cenário Internacional

Brasil no cenário Internacional

No atual contexto mundial e com as ondulações da economia, começa-se a repensar o que já deveria estar em andamento, infelizmente não só os brasileiros mas o mundo de uma forma geral, começa a repensar nas conseqüências do que se faz, e como resultante desse processo estamos todos nós no meio desse caminho. O nosso planeta um ser vivo para entendimento da maioria das pessoas,  pulsa e responde aos nossos impulsos e nos mostra isso. O terremoto do Japão chamou a atenção para uma perigosa estrada, a nuclear, mesmo pela experiência já experimentada em Chernobyl vivida pelo mundo,  começam a reativar as energias alternativas, uma das posições da União Européia é de que a até 2050 se reduza em mais de 60% a utilização de gasolina e Diesel como combustível no Continente Europeu. A energia atômica no Japão hoje está em check, já se pensa em alternativas. O Brasil um país privilegiado para adotar essas alternativas, talvez necessite agilizá-la para não ficar na retaguarda. Um país continental, onde as opções são grandes, em termos de energia, hidráulica, solar, eólica, e outras renováveis, algumas até exemplo em termo mundial, hoje com um percentual de geração de energia através da nuclear, menor que 10% de energia produzida com relação ao restante da energia gerada no país, é algo que deve ser avaliado com muito carinho. Temos no continente Sul a Americano, países como Argentina e Chile que utilizam da energia nuclear, porém com um diferencial, países que estão sujeitos a terremotos como os do Japão, e com uma diferença estão à nossa porta e alguns milhares de quilômetros a menos do que estamos do Japão. 

Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto

(Fonte Eletrobrás)
A Central, situada no município de Angra dos Reis, foi assim denominada em justa homenagem ao pesquisador pioneiro da tecnologia nuclear no Brasil e principal articulador de uma política nacional para o setor. Embora a construção da primeira usina tenha sido sua inspiração, o Almirante, nascido em 1889, não chegou a ver Angra 1 gerando energia, pois faleceu em 1976. Mas sua obra persiste na competência e capacitação dos técnicos que fazem o Brasil ter hoje usinas nucleares classificadas entre as mais eficientes do planeta.
Atualmente estão em operação as usinas Angra 1- com capacidade para geração de 657 megawatts elétricos, e Angra 2 - de 1350 megawatts elétricos. Angra 3, que será praticamente uma réplica de Angra 2 (incorporando os avanços tecnológicos ocorridos desde a construção desta usina), está prevista para gerar 1405 megawatts.

 

ANGRA 1

A primeira usina nuclear brasileira opera com um reator do tipo PWR (água pressurizada), que é o mais utilizado no mundo. Desde 1985, quando entrou em operação comercial, Angra 1 gera energia suficiente para suprir uma capital como Vitória ou Florianópolis, com 1 milhão de habitantes.
Esta primeira usina nuclear foi adquirida sob a forma de “turn key”, como um pacote fechado, que não previa transferência de tecnologia por parte dos fornecedores.
No entanto, a experiência acumulada pela Eletrobras Eletronuclear em todos esses anos de operação comercial, com indicadores de eficiência que superam o de muitas usinas similares, permite que a empresa tenha, hoje, a capacidade de realizar um programa contínuo de melhoria tecnológica e incorporar os mais recentes avanços da indústria nuclear. Como, por exemplo, realizar a troca de dois dos principais equipamentos de Angra 1, os geradores de vapor. Com esses novos equipamentos, a vida útil de Angra 1 se prolongará e a usina estará apta a gerar mais energia para o Brasil.

 

ANGRA 2





 Fruto de um acordo nuclear Brasil-Alemanha, a construção e a operação de Angra 2 ocorreram conjuntamente à transferência de tecnologia para o país, o que levou também o Brasil a um desenvolvimento tecnológico próprio, do qual resultou o domínio sobre praticamente todas as etapas de fabricação do combustível nuclear. Desse modo, a Eletrobras Eletronuclear e a indústria nuclear nacional reúnem, hoje, profissionais qualificados e sintonizados com o estado da arte do setor.
Angra 2 opera com um reator tipo PWR (Pressurizer Water Reactor, i.e., reator à água pressurizada) e sua potência nominal é de 1350 MW.
Angra 2, sozinha, poderia atender ao consumo de uma região metropolitana do tamanho de Curitiba, com dois milhões de habitantes. Como tem o maior gerador elétrico do hemisfério Sul, Angra 2 contribui decisivamente com sua energia para que os reservatórios de água que abastecem as hidrelétricas sejam mantidos em níveis que não comprometam o fornecimento de eletricidade da região economicamente mais importante do país, o Sudeste. 

 

ANGRA 3





Angra 3 será a terceira usina da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, localizado na praia de Itaorna, município de Angra dos Reis (RJ).
A nova usina terá uma potência bruta elétrica de 1.405 MWe, podendo gerar cerca de 10,9 milões de MWh por ano - energia equivalente a um terço do consumo do Estado do Rio de Janeiro – e será similar a Angra 2, em operação há cerca de 8 anos.
Por conta dessa semelhança, grande.parte do projeto de engenharia a ser utilizado na nova usina está pronta. Além disso, a experiência com a construção e montagem de Angra 2 demonstrou a significativa capacidade técnica das empresas nacionais em atuar nesse segmento. Uma parcela considerável dos equipamentos importados já foi adquirida, notadamente os componentes mecãnicos de grande porte.
Uma vez retomada a obra, o prazo estimado para a conclusão de Angra 3 é de 5,5 anos, com início na concretagem das fundações do edifício do reator Além das obras civis, sua implantação inclui a montagem eletromecânica, o comissionamento de equipamentos e sistemas e os testes operacionais.
O empreendimento Angra 3 apresenta, hoje, um progresso físico de cerca de 30%. Serão necessários investimentos adicionais de R$ 8,56 bilhôes (base dezembro de 2008), sendo que 70% dos gastos serã realizados no mercado nacional e apenas 30% no exterior.
O local definido para a implantação de Angra tem sido monitorado desde a década de 70 por meio de diversos estudos e programas ambientais, seguindo as principais normas e diretrizes estabelecidas pelos órgãos reguladores e fiscalizadores competentes.

 

NOVAS CENTRAIS


Em julho de 2008, o Governo Federal criou o Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro. A função do Comitê é fixar diretrizes e metas para o desenvolvimento do Programa e supervisionar sua execução.
Em agosto do mesmo ano, Othon Luiz Pinheiro da Silva, secretário-executivo do Comitê e presidente da Eletrobras Eletronuclear, apresentou ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, os objetivos e metas definidos pelo grupo.
Na área de geração elétrica, para atender ao Plano Decenal de Energia (PDE 2007/2016), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a Usina Angra 3, com capacidade de produzir 1.405 MWe, deverá entrar em operação em maio de 2015, concluindo assim a implantação da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Já o Plano Nacional de Energia (PNE 2030) que subsidia o Governo na formulação de sua estratégia para a expansão da oferta de energia até 2030 aponta a necessidade de o sistema elétrico brasileiro ter mais 4.000 MWe de origem nuclear até 2025.
O Comitê, então, apresentou ao Presidente Lula a proposta de construção de mais quatro usinas nucleares com capacidade de 1.000 MW cada, sendo duas no Nordeste e outras duas no Sudeste. Conforme a evolução futura da necessidade de expansão da oferta de eletricidade existe a possibilidade do acréscimo de mais duas usinas (2.000 MW) adicionais.

Até onde vale a pena insistir?

Energia eólica no Brasil

O Brasil um país em desenvolvimento que necessita de uma avaliação não somente dessa energia para impulsionar o crescimento, como também na sua infraestruturar, são matérias importante neste processo, mas uma coisa é certa, dentro deste contexto repensar uma série de bases são extremamente necessário, a educação, corrupção, criminalidade, as Leis que regem todo esse processo, como os profissionais para que potencialmente tenhamos um corpo científico capaz de fazer a criação, e a manutenção de toda essa estrutura, e isto não estamos vendo, pelo contrário a evasão de mão de obra intelectual sai do país em busca de horizontes que não são encontrados aqui, hoje uma mão de obra especializada é esquecida, é muito mais fácil para as empresas e o empreendedor buscar no mercado uma mão de obra barata, que vai levar muitos anos para atingir um grau de maturidade e conhecimento,  do que ter em seu corpo profissional alguém que possibilite o repasse dessas iformações e ajude no desenvolvimento dos projetos de crescimento. Alguns anos atrás, em uma grande empresa no Brasil, tive a oportunidade de reformular, os processos e procedimento de segurança com especialistas japoneses, e no decorrer desse processo, nesta empresa houveram demissões de funcionários altamente qualificados, alguns por política e interesse daqueles que administravam seus departamentos, os japoneses na época, ficaram abismados com esses procedimentos, ou seja o que deveria ser contemplado com maior atenção pela experiência alí contida, era simplesmente descartada, o que não acontecia no Japão. Talvez seja tarde para um mundo que gira com uma rapidez imensa , as barreiras  a esse tipo de pensamento, para que não perca essa mão de obra tão importante, esquece-se que muita delas foram feitas no decorrer de décadas e mais do que nunca deveríam estar sendo aproveitadas, embora o mercado de trabalho , receba a cada dia uma quantidade de mão de obra nova muito grande, mas o custo de especialista por um tempo menor e muita das vezes por valores inferiores que os mais novos, trariam resultado importantes, num curto espaço de tempo. Será que  vamos continuar a dar tiro em nossos próprios pés. Um país com o potencial como nosso, ainda necessita de repensar nas suas atitudes em todos os sentidos, seja na política, nas leis, na postura como um propenso integrador no cenário mundial, e co-participante do que se efetiva mundo afora. Nossa Presidente começa o seu giro, oficialmente a China é seu ponto principal, como um grande consumidor mundial de incrementos para seus produtos manufaturados que inundam o mercado mundial, cheios de valores agregados, produzindo um retorno maior do que as toneladas de ferro e etc. que vendemos, para virar eletrônicos e voltar pagarmos muito mais, devemos pensar em agregar valores ao que produzimos aqui e não somente nas toneladas de matéria prima que o mundo necessita.  Ao analisarmos o nosso País, vemos que a famosa Lei do Gerson e a desonestidade ainda impera, somos todos sacrificados para essa manutenção ilícita de subornos, de mensalões, de incompetentes e analfabetos legislando por nós, por outro lado o governo manipula os impostos que são absurdos e consomem a renda daqueles que produzem os frutos desse país, criam mecanismos cujo objetivo é achacar cada vez mais o contribuinte se entregar a esse contribuinte o que ele precisa na sua estrutura de existir, a exemplo disso há gastos enormes para se ter mecanismos de cruzamento de informações para que a receita tenha possibilidade cada vez mais de arrecadar, esquecem que mecanismos eficientes estão à deriva, como a educação, saúde, infraestrutura, eliminação do impune colarinho branco, na reformulação de Leis que venham punir efetivamente esse que usurpam o país dentro das leis, esquecem de  reformulação do Código Penal esquecido pelos legisladores e atrasado no tempo, possibilitando massacres como esse do Rio de Janeiro acontecido nesta última semana e muitos outros que ficaram para trás Brasil afora, e que governo e aliados fazem e desfazem mediante suas necessidades e vontades, um país que denigre a sua imagem gradativamento para o mundo, como  falamos o  exemplo vale muito mais que as palavras ditas, e sempre vem do topo para suas bases, estamos muito mal nesse conceito. Pensar grande é importante, mas nunca deve esquecer que um país onde a miscigenação de raças e religião é um exemplo mundial, um povo alegre e competente, que necessita mais do que nunca da atenção que se busca, e caso isto não aconteça estaremos caminhando para um desfiladeiro cuja volta ficará cada vez mais difícil. Devemos seguir exemplos que estão em países como Coréia, China, Japão, até mesmo a pequena Singapura, será que é tão difícil? Talvez ainda se pense que é mais fácil tentar mostrar para o mundo o que se pode vender daqui.

Infraestrutura

Muito se fala pouco se faz, nos últimos anos, com os eventos que estão para acontecer em 2014 e 2016, os projetos  como: Trem Bala, expansão do metrô do Rio de Janeiro para Barra da Tijuca, aeroportos, estádios e muitos outros, costumam ficar somente nos nos papeis , pois a prática é muito diferente, o corte nos investimentos não aconteceram até antes da última eleição, hoje sabemos que não é mais o que seria, nunca foi tão necessário  tornar realidade esses projetos, que são do interesse comum cidadão e do estado, mas de uma forma ou outra espera-se que a realização desses eventos se concretizem. A exemplo disso se falou na duplicação da BR 40, subida de Petrópolis, cujo projeto está em um vídeo abaixo muito bonito por sinal, beneficiando a integração entre o Rio de Janeiro e Belo Horizinte, não se esquecendo das cidades como Petrópolis e a serra como um todo, que foi devastada em janeiro pelas chuvas, mas que também seria importante dentro do contexto de infraestrutura, melhorando muito o fluxo em uma região tão imortante no país.




Temos dito, na necessidade de se trabalhar principalmente nas bases estruturais de uma nação, isto inclui principalmente a educação, a partir desse ponto se trabalha todos os outros para que a grande pirâmide da evolução de um país aconteça. Os exemplos são significativos, desde o Presidente, os políticos, e toda estrutura que move a organização de um país. Enquanto estivermos olhando para o nosso umbigo e dando tiro no próprio pé, estaremos sujeito a ser um país com um potencial imenso, porém medíocre, vivendo somente de sonhos ou do faz de conta que somos sério. Valorizar o que realmente é preciso deve ser uma obrigação de todos nós, caso contrário estaremos fadados ao discrédito.

Uma cidade maravilhos mas que do alto não mostra suas feridas por tudo isso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Advogados são nomeados desembargadores do TJ-RJ

 



 
Quinto da advocacia

Advogados são nomeados desembargadores do TJ-RJ

O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, nomeou os advogados Patricia Ribeiro Serra Vieira, Luciano Sabóia Rinaldi de Carvalho e Cláudio Tavares de Oliveira Junior para ocupar as três vagas do Tribunal de Justiça do estado destinadas ao quinto da advocacia. As três listas tríplices foram definidas pelos desembargadores no dia 28 de março, após um impasse com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro no começo do ano.
A posse dos três novos desembargadores está marcada para o dia 18 de abril (segunda-feira), às 19h30, no Pleno do Tribunal, que fica no 10º andar. Durante dois anos, os escolhidos vão atuar como desembargadores itinerantes, para só depois ocuparem uma cadeira efetiva nas Câmaras.
Em janeiro, o TJ-RJ devolveu uma das três listas sêxtuplas enviadas pela entidade devido à falta de votos para a escolha de dois nomes. O vice-presidente da OAB-RJ, Sérgio Fisher, atribuiu a devolução da lista sêxtupla à data escolhida para a decisão, primeira semana de janeiro, segundo dia de funcionamento do tribunal na volta do recesso do Judiciário.
Durante uma das votações, o desembargador Luis Leite Araújo destacou a necessidade de mudar o regimento da corte para que seja cosiderado o número de desembargadores presentes à sessão de escolha dos nomes, e não o total de 180 integrantes do tribunal. Isso porque, segundo ele, faltavam 40 desembargadores no dia da primeira votação. No entanto, no final de março, as três listas foram votadas e enviadas ao governador.
Escolhidos
A vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Galdino Siqueira Neto será ocupada por Patricia Ribeiro Serra Vieira, que concorreu com Marcus Henrique Niebus Steele e Carlos Eduardo Pontes Lopes Cardoso. A advogada se formou na Universidade Candido Mendes (UCAM) em 1985, conquistou o mestrado pela PUC do Rio em 1991 e o doutorado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2000. Desde 2006, é consultora jurídica do escritório de advocacia Luís Guilherme Vieira e, atualmente, é professora associada da UniRio e do IBMEC-RJ.
Durante 19 anos, a advogada atuou na direção jurídica de escritórios-modelo na Universidade Cândido Mendes, no campus de Ipanema, e depois na Faculdade de Direito da UniRio. Ela é especializada em Direito Civil.

Luciano Rinaldi ficará na vaga decorrente da morte do desembargador Ismênio Pereira de Castro. O advogado, que concorreu com João Alberto Romeiro e Walmer Jorge Machado, formou-se na PUC-RJ em 1997 e fez pós-graduação em Direito Processual Civil pela PUC-SP em 2003. Atuou no escritório Siqueira Castro de 1997 a 2008. No ano seguinte, passou a atuar em seu próprio escritório, o Rinaldi de Carvalho Advogados. É membro do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB).
A vaga do desembargador Francisco de Assis Pessanha, que também se aposentou, será ocupada por Claudio Tavares, que concorreu com Luiz Octávio Rocha Miranda Costa Neves e Marco Antonio Ferreira Macedo.

http://www.conjur.com.br/2011-abr-07/governador-sergio-cabral-nomeia-novos-desembargadores-tj-rj?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Efeitos da Lei Seca " Álcool e Direção "

Embora as autoridades venham fazendo um trabalho para coibir e punir os motoristas que usam drogas, principalmente o álcool na direção dos veículos, muito ainda é necessário se fazer, não podemos apenas se prender ao álcool, mas também na utilização de outras drogas muito utilizadas por caminhoneiros, cujo percentual de acidentes nas estradas ainda é muito grande. Hoje mais do que nunca o trabalho de educação, é a base de tudo que se pensa em desenvolver, coibir com atividades punitivas nunca traz o resultado esperado se não houver uma base educativa, todo processo que se elabora deve conter a educação para a eliminação de futuros desvios. Temos abaixo um vídeo, que mostra as consequências da utilização de álcool e uma avaliação da atual Lei Seca. Vale a pena ver!






Os Impactos da “Lei Seca” no Atendimento Ortopédico de Emergência de um Hospital da rede federal
Sex, 25 de Fevereiro de 2011 18:32
Escrito por Marcelo de Pinho Teixeira Alves, médico do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Federal do Andaraí (RJ).
Os acidentes de trânsito e as variáveis que os circundam têm sido foco de preocupação social. Na literatura científica, temos dados relevantes a respeito deste tema: na Ortopedia, discute-se a sub-especialidade de trauma ortopédico, devido à crescente demanda de pacientes vítimas de acidentes de trânsito; o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta mais com traumas do que com doenças; os acidentes de trânsito chegam a custar, no mundo, cerca de US$ 8 bilhões por ano e, no Brasil, R$ 3,6 bilhões (dados de abril de 2006), segundo pesquisa realizada pelo IPEA.

Das modificações do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB),  uma tentativa do Governo e da Sociedade Brasileira de reverter as alarmantes estatísticas do trânsito no Brasil, destaca-se a chamada “Lei Seca”, artigo 165 do CTB.

A “Operação Lei Seca” teve início em Março de 2009, como uma grande ação educativa e de fiscalização, de caráter permanente, com o objetivo de diminuir os índices de acidentes de trânsito no Estado do Rio de Janeiro, que, em 2008, mataram 2.500 pessoas e deixaram mais de 30 mil feridos, segundo dados do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (DETRAN/RJ).
Participam da operação, além das Polícias Civil e Militar, o DETRAN/RJ, a Companhia Estadual de Tráfego do Rio de Janeiro, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Em 2010, o Serviço de Ortopedia do Hospital Federal do Andaraí (com a colaboração dos Drs. João Rodrigues, Antonio Amarante e Leandro Octavio) realizou um levantamento do número de atendimentos ortopédicos de emergência relacionados aos acidentes de trânsito, antes e depois da implantação da "Lei Seca".
À partir de março de 2009, início de implantação da  “Lei Seca”, foi observado pelo Serviço de Emergência Ortopédica uma queda abrupta no número de atendimentos realizados.
O número absoluto de atendimentos ortopédicos de emergência, de março de 2008 a fevereiro de 2009, totalizou 37.401 atendimentos, com uma média de 3.117 atendimentos por mês.  No período correspondente, após a Lei, de fevereiro de 2009 a março de 2010, o número total de atendimentos foi de 29.179 atendimentos, com média de 2.245 atendimentos por mês.
O declínio de 22% nos atendimentos gerais e de 31% nos atendimentos relacionados aos acidentes de trânsito demonstra o impacto positivo da “Lei Seca” como medida socioeducativa e preventiva.
Acredito que a diminuição do número de atendimentos dos acidentes de trânsito esteja também relacionada aos programas educativos do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia visando orientar a população sobre o uso do cinto de segurança no banco traseiro e à não ingestão de bebidas alcoólicas antes de conduzir um veículo, bem como o respeito aos limites de velocidade em áreas urbanas.
Portanto, a "Lei Seca" deve continuar e todos devemos nos conscientizar que álcool e direção realmente não combinam e tal abuso deve ser coibido e eventualmente punido, para se evitar maiores riscos à população.
Confira no link ao lado a íntegra do estudo O Impacto da “Lei Seca” no Atendimento Ortopédico de Emergência do Hospital Federal do Andaraí, realizado no Serviço de Ortopedia e Traumatologia do estabelecimento, no Rio de Janeiro (RJ).

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Brasil no Comentário do El País.

Embora a reportagem esteja em espanhol, vale a apena vê-la.

 

REPORTAJE

Hierve Río

FOTOS - FEDE SERRA - 01-04-2011





Brasil se prepara para acoger el Mundial de Fútbol de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016. El carnaval de este año ha sido el ensayo general para un país adolescente que ya es la sexta potencia mundial y aspira a dejar atrás la pobreza, la violencia y la somnolencia. Durante cinco días, Río ha sido la capital del desenfreno y del futuro. Este es el retrato de este pubelo a través de la fiesta más famosa del planeta.
Desafinado, el célebre tema musical compuesto por Antonio Carlos Jobim en 1959, en plena efervescencia de la Bossa Nova, es el mejor apunte del natural esbozado sobre Brasil. Una metáfora de su cuerpo y alma. Lírica, rítmica, perezosa y sensual, esa canción huía en cuatro estrofas de la norma establecida por la industria discográfica y argumentaba humilde, a mitad de camino del jazz y la samba, que había otra forma de hacer las cosas. De comprender la música y la existencia. Y también era válida. "En el pecho de los desafinados también late un corazón", sentenciaba sentimental Jobim.
      Nunca hubo conflictos raciales en Brasil, el 'apartheid' era social, no de color de piel
      Durante el carnaval de 2010 fueron asesinadas 72 personas; este año, tras la pacificación de las favelas, 40.
      Ha sido el primer carnaval con Dilma Rousseff, la heredera de Lula, al frente del país
      Aquí no hay disfraces, a los cariocas les sobra con su ritmo y su belleza
      Al carismático jefe de policía de Río le llaman el Eliot Ness brasileño
      Así es Brasil. Al margen del dictado de los sucesivos emperadores del planeta, con un estilo distinto, fuera de registro, sin perder los nervios ni caer en la tentación de oficiar de lazarillo ideológico de los países de su entorno (tiene frontera con todos los países sudamericanos excepto Chile y Ecuador), ha conseguido doblar en cuatro décadas su población hasta los 200 millones de habitantes, de los que 60 tienen menos de 14 años; construir una clase media de 100 millones de personas; alzarse como sexta potencia mundial e inundar el mundo con su soja, azúcar, café, cacao, frutas, carne, madera y minerales. Brasil atesora una quinta parte de la biodiversidad y la mayor reserva de agua dulce del planeta. Apenas ha explotado la octava parte de su superficie cultivable. Ni su potencial turístico. El descubrimiento de yacimientos petrolíferos frente a sus costas le puede convertir en un actor internacional todavía más influyente, dada la perenne inestabilidad que padecen los tradicionales productores de crudo.
      Brasil es otra cosa. Un verso suelto. En su territorio sobrevive la socialdemocracia y se impone el anhelo de la redistribución mientras en la Vieja Europa se tambalea el Estado de bienestar. Y su memoria histórica no alcanza a recordar que fue el último Estado en proscribir la esclavitud, en 1889. Gran parte de su población desciende de aquellos hombres y mujeres sin derechos. Y los más pobres siguen siendo los negros. Pero en Brasil nunca ha habido conflictos raciales. El apartheid ha sido siempre más económico que basado en el color de la piel. Si de algo presume este país es de ser estable, amable y fiable. Lo que le permite recibir más inversiones extranjeras que nadie. Tiene un régimen de libertades en comparación con otros emergentes como Rusia o China. No tiene enemigos como India. No tiene pretensiones nucleares como Irán. Y, para cerrar el círculo de su prosperidad e inminente papel universal, acogerá en 2014 el Mundial de fútbol y en 2016 los Juegos Olímpicos en Río de Janeiro. ¿Serán capaces los brasileños de afrontar ambos retos? No lo tienen claro. Si lo logran; si Brasil conjura su secular desorganización, corrupción, analfabetismo y falta de infraestructuras, y convierte su estilo desafinado en su polo de atracción, ambos megaeventos supondrán su consagración como potencia mundial. Le aportarán autoestima, renovarán su paisaje urbano y elevarán sus maltrechos índices de desarrollo humano. Un salto adelante. No se les puede escapar esta oportunidad. Brasil bulle como nunca antes.
      Río de Janeiro, la capital más mestiza, bella, viva y repleta de contrastes de la Tierra, simboliza esa olla a presión. Cinco días al año su carnaval se convierte en la tarjeta de presentación de este país adolescente. Este 2011 se ha vivido la madre de todos los carnavales. El primero con Dilma Roussef, la sucesora del mítico metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva al frente del país al grito de: "Mi compromiso es honrar a las mujeres y proteger a los más débiles". El primero con las favelas, esos infrabarrios colgados en los cerros que rodean Río en los que malviven dos millones de personas, con una paz inédita; con menos muertes en la calle, menos prostitutas alimentando el turismo sexual, menos camellos pistoleros. Un carnaval con la promesa de los miles de millones de petrodólares que engrasarán el desarrollo de esta sociedad y el mítico estadio de Maracaná (la catedral del futebol), en obras oficiando de mascarón de proa de una inversión pública de más de 10.000 millones de euros para afrontar los dos compromisos deportivos. Y para transformar el país.
      Ha sido el carnaval del futuro. El carnaval de Río es, además de una fiesta extenuante, una industria. Una marca. Un producto bien manufacturado en un país que aspira a escapar de la condena de ser un mero productor de materias primas. El carnaval es una máquina de hacer dinero. En menos de una semana, Río ha facturado 600 millones de euros, concentrado en sus calles a cinco millones de personas (de ellas, medio millón de extranjeros), dado trabajo a otro medio millón y transmitido en directo su imagen más festiva a todo el planeta. Una publicidad que no tiene precio.
      Cinco días al año, Río de Janeiro alberga dos carnavales. Uno se desarrolla en los 700 metros del sambódromo (bautizado oficialmente, dentro de esa tendencia brasileña a crear nombres pomposos, Pasarela Profesor Darcy Ribeiro); un teatro romano repleto de mulatas, adonis, carrozas y lentejuelas para consumo televisivo. El otro, el de la calle, el carnaval de rua, es el de la samba, la borrachera y el desenfreno hasta que sale el sol para empezar de nuevo; transcurre por los más de seis kilómetros de las playas de Leblon, Ipanema y Copacabana a la sombra de los edificios racionalistas proyectados bajo la batuta de Oscar Niemeyer y la inspiración de su maestro, Le Corbusier. En el éxito del carnaval de la calle que transcurre por la playa de Ipanema el colectivo gay tiene el protagonismo. Río no tiene un día del orgullo gay; su carnaval cumple ese papel.
      El sambódromo es el carnaval dentro del carnaval. Puro marketing. Marca-país. Risas impostadas, muecas de felicidad, alegría enlatada y torrentes de sudor en dos madrugadas iluminadas por los focos hasta transformarlas en mañanas tropicales. El trabajo de 363 días cuaja en dos noches. Como en las Fallas de Valencia, este alarde coreográfico e industrial se consume en unas horas para renacer un año después. El sambódromo tiene la misión de vender al mundo la organización, creatividad, disciplina, originalidad, belleza, cultura, raíces y calidad de vida del pueblo brasileño. Es su fiesta nacional. Todo costeado por los derechos de transmisión televisivos, la publicidad (cuyos productos tienen en estos días la piel negra y van tocados de plumas de avestruz) y las marcas comerciales que contratan a famosos para que vayan a sus recintos reservados del sambódromo, vistan sus logos y evolucionen como patos al son de la samba mientras se ahogan entre flashes y caipiriña antes de sumergirse en la tibia piscina del exclusivo hotel Fasano, diseñado frente al Atlántico por Philippe Starck, para broncearse en tumbonas tapizadas de algodón a rayas blancas y canela, contiguas a las de Jude Law o Gisele Bündchen, esperando que llegue la noche para volver al sambódromo a cumplir su contrato y hacer caja.
      El carnaval de la calle estalla el mediodía del viernes. Los cariocas abandonan su trabajo de estampida. Las noches previas han sido tristes y lluviosas; de calma tensa. Ni un alma en la madrugada. Por fin, el bohemio barrio de Lapa, surcado por un viaducto sobre el que circula un viejo tranvía amarillo del que rebosan jóvenes enloquecidos, se llena en minutos. La gente enseguida está ebria. Los bares desbordan. Llueve con intensidad tropical. A nadie parece importarle. No hay disfraces sofisticados. A los cariocas les sobra con su ritmo y su belleza. Su disfraz es la desinhibición. Hay jóvenes con los abdominales de Cristiano Ronaldo y muchachas con las curvas de Beyoncé. Vuelan las camisetas y se acortan los shorts. Se reparten condones a puñados; aquí los llaman camisinhas ("use sempre camisinha" aconseja el eslogan oficial). Las aceras rezuman agua, alcohol y orines. En las primeras horas, los 7.000 retretes portátiles instalados por el Ayuntamiento quedan anegados; las havaianas son el calzado; llegan camionetas con altavoces. Son la vanguardia de los 465 blocos de Río de Janeiro, las agrupaciones musicales que recorren errantes la ciudad y a las que siguen en su camino miles de espontáneos ebrios de ritmo y cerveza Antarctic hasta que desertan y se enganchan al siguiente bloco en un peregrinar sin fin. Danzan los niños y los viejos. El sonido de tambores hace vibrar el asfalto y sus ondas ascienden hasta el cerebro de los espectadores obligándoles a bailar. Y sumarse al jolgorio. Es imposible sustraerse. Cada uno baila en su espacio, sin molestar al de al lado; para los cariocas, la samba es un sencillo balanceo de caderas y un sutil movimiento de extremidades que dominan desde niños. Llega de kilómetros a la redonda una nube de vendedores ambulantes de aspecto paupérrimo. Dormirán en la calle. Ofrecen cervezas, refrescos de guaraná, toallas con el Pan de Azúcar impreso y cristos redentores fosforescentes. Hasta el miércoles no habrá tregua.
      Quedan 24 horas para que se inicie el desfile del sambódromo. El Rey Momo, la personificación de los cariocas durante estas fiestas, posa con el alcalde, Eduardo Paes: un cuarentón, guapo y centrista que sonríe con relámpagos de su dentadura a las cámaras y se atreve con unos pasos de samba. El acto transcurre en el Ayuntamiento, el Palácio da Cidade; fue la Embajada británica y tiene la arquitectura neoclásica de una mansión sureña edificada en torno al algodón. El Rey Momo es Milton Rodríguez, un joven afrobrasileño, gordo, hercúleo y amanerado, que mueve con ligereza sus 130 kilos. Lleva un traje blanco de tejido sintético, una banda cruzándole el pecho y una corona de rey de Siam. No para de reír ni de bailar, rodeado de una cohorte de princesas. Chorrea. Me preocupo. ¿Aguantará cinco días a este ritmo? Se confiesa feliz. "Esto es lo mejor del mundo".
      Hasta 1985, el gran carnaval de las carrozas y los miles de figurantes uniformados recorría las calles de Río. Aquel año la autoridad lo encerró en el sambódromo. Allí desfilarían en una competición limitada las grandes escuelas de samba, es decir, las 12 del Grupo Especial, que cuentan con más de 5.000 miembros cada una y reciben subvenciones de hasta cinco millones de euros. Hay un centenar largo de escuelas en la ciudad, pero solo las del Grupo Especial desfilan como legiones de nueve en fondo en el sambódromo durante los dos días grandes: el domingo y el lunes. En 2005, dentro de esa estrategia de exprimir la marca carnaval, de profesionalizarlo, de tenerlo bajo control, estas 12 escuelas fueron trasladadas desde sus sedes a la Ciudad de la Samba, un recinto industrial en la zona portuaria de Río donde se construyeron 14 hangares de 3.500 metros cuadrados. Allí las escuelas crean cada año sus alegorías, enredos y fantasías. Fabrican sus artilugios, confeccionan sus disfraces y preparan su estrategia para seducir y ganar. No es fácil entrar en la Ciudad de la Samba. Menos aún unas horas antes de que dé comienzo el desfile. Ninguna escuela está dispuesta a que trasciendan sus secretos. Los carnavaleros son celosos de su oficio. Las escuelas tienen una estructura rígida de mando. Cada escuela cuenta con sus hinchadas. Logramos entrar. Huele a pegamento y a chamusquina. La gente se lo toma con calma. Cero nervios. Cuando se les interroga sobre su estado de ánimo ante la inminencia del desfile, su respuesta generalizada es el impertérrito "tudo bem" brasileño. Impresiona contemplar los restos de las cuatro naves que ardieron a comienzos de febrero, un mes antes de que diera comienzo el carnaval, consumiendo miles de disfraces, carrozas y los sueños de triunfo de tres de las 12 escuelas en competición. Lo que sobrevivió ha sido reconstruido a toda máquina en un destartalado terreno adyacente a la Ciudad de la Samba, cubierto por unas carpas que le prestan al conjunto la imagen de un circo decadente. En su interior se apelotonan caballitos de mar, templos egipcios y bergantines hechos de cartón piedra, gomaespuma, cola y purpurina, de nueve metros de altura. Una joven repasa aburrida con una brocha empapada en barniz un dragón multicolor de tres metros. Lleva un short, una vieja camiseta de tirantes y tiene un cigarrillo en los labios. En unas horas, el resultado de su trabajo desfilará por el sambódromo para una audiencia mundial. Bosteza.
      Río de Janeiro ha sido catalogada durante décadas como una de las ciudades más peligrosas del mundo. Cinco mil personas eran asesinadas cada año. La policía disparaba antes de preguntar. Sin embargo, hoy, en Río no se experimenta una sensación de peligro inmediato. El barrio donde se sitúa la Ciudad de la Samba es popular, extremo y pacífico. Flanqueado por los vetustos galpones del muelle y partido en dos por una autovía. Bajo ella se organiza un mercadillo de frutas y verduras; las paredes están cubiertas de grafitis; hay familias sentadas en los bordillos; huele a asado. Atruena la samba. "Tudo bem". Colina arriba domina el horizonte la favela de Providencia, la primera que se construyó en Río hace más de un siglo; famosa por ser durante décadas la más violenta de la ciudad y pacificada a mediados de 2010. Este barrio portuario será uno de los afectados por los proyectos urbanísticos ligados a los Juegos Olímpicos de 2016. Y eso implica que estas barriadas que rodean Río dejen de ser guetos en manos de los narcos y los paramilitares para integrarse en la nueva ciudad. Nadie sabe cuántas favelas hay en Río. Nos dicen que 1.000. Algunos sectores ya denuncian que estos barrios olvidados durante décadas pueden ser hoy el objetivo de una salvaje especulación urbanística para construir la moderna Río de Janeiro de los Juegos. Una ciudad a la medida de los turistas. Una limpieza similar se está llevando a cabo con la prostitución, arrojada de sus tradicionales dominios en la playa de Copacabana en dirección al discreto barrio de Leme. La frontera entre Leme y Copacabana es la plaza del Lido. Por ese límite merodean de madrugada turistas sexuales cincuentones, anglosajones borrachos y en bermudas. En el territorio que durante tres décadas albergó a miles de prostitutas de Río, la discoteca Help, en el corazón de Copacabana, el Gobierno planea construir un museo dedicado a la música proyectado por los arquitectos Elizabeth Diller y Ricardo Scofidio, que fueron los encargados de la renovación del Lincoln Center de Nueva York.
      En Río, los ricos y los pobres viven muchas veces a unos centenares de metros. Coinciden en el fútbol, la playa, la iglesia y el carnaval, pero sus barrios están separados por un siglo de desarrollo humano. A las favelas nunca llegó el Estado. La mayoría no cuenta con alumbrado, saneamiento, seguridad, educación, sanidad, instalaciones deportivas ni servicios sociales. Han sido otra galaxia. Gobernadas por señores de la guerra que se financiaban a través de la droga y la extorsión; encerradas en sí mismas. Era imposible acceder a ellas. Entrar en una favela podía suponer la muerte. Lo relata Flavio, un ex policía que abandonó el cuerpo tras ser tiroteado durante una operación antidroga y nos acompaña en un recorrido por la de Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, pacificada a finales de 2009: "Por aquí no se podía pasar. Te jugabas el cuello. Cantagalo era muy peligrosa; había muertos todos los días. Desde aquí se controlaba el tráfico de droga de Ipanema. Este edificio que ve ahí y que derribó la policía era una boca de fumo, un lugar donde se vendía crack. Y ya ve hoy jugando a los niños tan tranquilos. Todo está cambiando muy deprisa".
      La favela de Cantagalo está a cinco minutos del barrio más caro de América Latina: Ipanema. Un elevador acristalado recién inaugurado ha abierto una nueva ruta entre ambos mundos. Ha roto el aislamiento. En Cantagalo las cosas han mejorado, pero aún nos sumergimos en un laberinto de precarias casas de ladrillo sin enfoscar con techo de hojalata entre las que se abren pasadizos por los que apenas cabe una persona; la electricidad está pinchada del alumbrado público tejiendo enjambres de cables negros sobre nuestras cabezas; hay tenduchos y bares improvisados; gatos y gallinas; niños descalzos y jóvenes uniformados de Nike y oro con los ojos espesos; un grupo de policías con chalecos antibala realiza una ronda; llevan fusiles americanos M-16, una pistola al cinto y otra en el pecho. Cuando uno de ellos se agacha deja al descubierto el revólver nacarado que lleva sujeto al tobillo.
      Los medios de comunicación brasileños han bautizado a José Mariano Beltrame, responsable de la policía en Río y de la pacificación de estas favelas, como el Eliot Ness brasileño (recordando al superagente americano que puso en jaque al hampa de Chicago en los años veinte). Guardan cierto parecido. Beltrame es un atildado policía de 53 años, especialista en inteligencia y que habla con tinte profesoral. Llegó al cargo en 2007. Un año más tarde puso en marcha la pacificación de las favelas. El primer paso era entrar en ellas con fuerzas policiales de élite, dotadas de helicópteros y carros de combate; combatir y detener a los criminales que las gobernaban y desarmar y disolver a sus ejércitos privados. El siguiente paso del modelo Beltrame era implantar en esas favelas reconquistadas las Unidades de Policía Pacificadora (UPP): una nueva generación de jóvenes agentes, mejor formados y pagados, que no hubieran tenido relación con el turbio pasado policial de la ciudad y combinaran en la favela el trabajo social y el policial. El proyecto ha funcionado. Hoy nos cruzamos en las favelas con agentes de la UPP haciendo deporte, batiendo los tambores o colaborando con ONG en la educación de los chavales del barrio. Hace cinco años, la policía mataba a tres personas al día en Río. "Teníamos el odio a la policía metido en las venas", explica un joven vecino de Cantagalo. "Pero hoy el cambio es evidente. Estamos obligados a trabajar juntos".
      Beltrame sostiene que, en menos de tres años, 16 favelas de Río han quedado libres del imperio de los narcos: "Lo que está afectando a la calidad de vida de 250.000 personas, y de forma indirecta, a un millón. Aspiramos al máximo impacto en el mayor número de cariocas no solo en los que viven en estas comunidades. Hasta 2014 vamos a beneficiar a 150 favelas donde viven 850.000 personas, pero es que además este proyecto de pacificación está mejorando la ciudad en su conjunto en movilidad, circulación de bienes y servicios, distribución de empleo, igualdad de oportunidades y turismo. Hemos liberado amplias zonas del imperio del crimen. Antes, la policía entraba, actuaba y salía. Ahora nos hemos quedado. Y no nos vamos a ir. Hemos recuperado la ciudad. Lo primero ha sido devolver a la gente su seguridad. Ahora viene lo más difícil: la pacificación no será definitiva hasta que otros derechos y servicios esenciales, públicos y privados, lleguen a estas comunidades; se extienda la igualdad de derechos y oportunidades. Y de obligaciones. Ese día la pacificación de las favelas se habrá completado".
      Beltrame esgrime cifras: en 2010 hubo 72 asesinatos durante el carnaval; este año, 40. Nada que objetar. Salvar una sola vida ya es un éxito. Las cifras soplan a favor de este país. Entre 2003 y 2008, más de 20 millones de brasileños cogieron el ascensor social que les ha conducido desde la pobreza hasta la clase media. Otros 36 millones lo harán hasta 2014. Un hecho que situaría las cifras de pobreza en 20 millones de personas, un dato que reconoce la presidenta Dilma Rousseff y que se ha comprometido a corregir.
      La fiesta sigue en Río. El domingo y el lunes de carnaval el sambódromo estalla. Más de 70.000 personas abarrotan el esqueleto de cetáceo de hormigón construido por Niemeyer. Hay palcos vip con sushi y champán y gradas populares sobre las cabezas de los ricos. Desfilan 50.000 personas al ritmo hipnótico y machacón de la percusión. Cada escuela tiene una hora para evolucionar en la pista del sambódromo. Los cariocas que no tienen dinero para una entrada se apelotonan fuera del recinto, en lo alto de la autopista Presidente Vargas, intentando vislumbrar un pedazo de paraíso. Hay familias que acarrean neveras portátiles repletas de cerveza y tuppers con alubias, arroz y carne. Pasan el día. Ven entrar las carrozas de sus sueños. Hacen la fiesta por su cuenta. Es el carnaval de los pobres.
      Al otro lado de la ciudad, en el Río próspero y cool de Ipanema, una vieja de Bahía prepara caipiriñas en un tenderete de madera clavado en la playa para una turba de miles de jóvenes hambrientos de alcohol, baile y sexo. No se inmuta. Un agonizante televisor transmite el desfile sin volumen. Nadie presta atención. La anciana lo observa de reojo. Musita algo. Es lunes de carnaval. La gente aguanta a duras penas su cuarta borrachera de la semana. Hay que llegar al final, al miércoles, como sea. Ese día sonarán los últimos acordes de las fiestas. Tonadas un poco tristes, como son siempre las canciones brasileñas.

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